Sejamos francos: somos apaixonados por bons gráficos. Sempre que uma nova imagem é divulgada ou vemos um trailer de um lançamento futuro, a primeira coisa que elogiamos (ou criticamos) é aparência do jogo. É quase instintivo. Quanto mais próximo do real, melhor é nosso conceito sobre o título.
dentro dos games. Embora ninguém se lembre deles durante a jogatina, esses “microaplicativos” são responsáveis pelo emprego de efeitos visuais após a renderização da imagem. Mas e quando temos um mundo repleto de detalhes e com índices incrivelmente fiéis de iluminação e textura? A quem devemos agradecer por transformar nossos consoles em pequenos cinemas interativos? A resposta é o pixel shader.
Como você já deve estar cansado de saber, o pixel é a menor parte de uma imagem. No caso de seu monitor, por exemplo, trata-se dos pequenos quadrados que compõem as figuras e demais elementos que você vê neste exato momento. Aproxime-se da tela e será possível percebê-los nitidamente. Porém, qual a relação entre tudo isso?